Assembléia vai recorrer a Roma para garantir retorno de padre Marcelo Vai ser apresentado na próxima semana na Assembléia Legislativa de Rondônia,

Vai ser apresentado na próxima semana na Assembléia Legislativa de Rondônia, requerimento de autoria do deputado Neri Firigolo (PT), a ser encaminhado ao superior da Congregação dos Salesianos em Roma, reivindicando o retorno do padre Marcelo Bertolusso, que até recentemente dirigiu o Centro Salesiano do Menor em Porto Velho.
A proposta de retorno do padre Marcelo recebeu de imediato o apoio formal de vários parlamentares, que destacaram não só a ação missionária, mas o trabalho social, educacional e profissional do sacerdote ao longo de vários anos.
O deputado Neri Firigolo disse acreditar que o padre Marcelo tenha sido vítima de uma grande armação diante da relevância dos seus serviços prestados por tantos anos. Destacou ainda, que o sacerdote é muito querido e respeitado, tendo por ocasião de sua destituição do cargo de diretor, os alunos e membros da comunidade feito um ato de protesto.
De acordo com o deputado Neri Firigolo, o padre Marcelo é importantíssimo apoiado da política de segurança pública, diante do inquestionável trabalho social, missionário e educativo que desenvolveu junto a milhares de jovens, retirando de situação de risco e das drogas, e trazendo estas pessoas para o convívio familiar e social.

Autoridade portuária defende mudança do local para construir ponte no Madeira

A construção de um anel viário, que desvie para fora da zona urbana de Porto Velho o tráfego de carretas, caminhões e outros veículos cargueiros oriundos de Manaus ou que demandem àquela cidade, é a solução mais viável para acabar com o problema do tráfego que transformou a federalizada avenida Jorge Teixeira, extensão da BR-319 com a BR-364, numa das cinco mais perigosas vias do país sob a supervisão do DNITT.

A opinião é de um entendido em questões de transportes pesados, o representante dos Armadores de Porto Velho, Raimundo Holanda, no Conselho de Autoridades Portuárias. Ele defende também que a construção da ponte interligando as duas margens do Rio Madeira, seja numa área localizada na região conhecida por Porto Chuelo, 10 KM rio abaixo, com acesso a partir de uma estrada vicinal hoje existente nas proximidades do hospital Santa Marcelina.

"A situação do tráfego pesado em Porto Velho é crítica. Tudo porque, para chegar ao porto ou para os veículos que venham do porto rumo a BR-364, carretas, caminhões e outros, têm de disputar o espaço das avenidas Jorge Teixeira e Migrantes, já sobrecarregadas, com o tráfego doméstico", disse ele.

“A avenida Jorge Teixeira se transformou em verdadeiro corredor da morte, sobretudo para pedestres e ciclistas”, a filha de um aposentado morreu recentemente esmagado por uma carreta naquela avenida.

Para Raimundo Holanda, manter o porto onde está hoje e construir, no estacionamento da balsa da BR-319, uma ponte naquele local, será prejudicar ainda mais o tráfego urbano de Porto Velho e dar mais motivos para acidentes, "muitos deles, lamentavelmente, com vítimas fatais, sendo que várias dessas ocorrências podem ser evitadas com a construção do anel viário, do porto e da ponte, esses dois últimos em outro local".

Na localidade de Porto Chuelo, "a ponte pode ser construída com economia de recursos do que na área da balsa. Lá as condições da própria natureza vão facilitar a construção, com menor tempo de execução e, certamente, gastando-se menos", explica.

Ele lembrou, ainda, que recentemente o Governo apresentou o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto, num local a 12 KM de onde a balsa aporta atualmente, "o que vai beneficiar as empresas transportadoras do sistema hidro-fluvial, evitando o pior trecho do Rio Madeira, uma área de muito risco por causa das pedreiras e praias, pouco acima do Porto Chuelo".

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Vereadores visitam fonte de água mineral de Alto Paraíso



Os presidente da câmara de vereadores Caíco [DEM] e Jonas Figueiredo [PSL] visitaram na ultima quarta-feira (06) a fonte de água mineral na LC 90 no travessão B-40 no município de Alto Paraíso.

O envasamento da água mineral está em fase de instalação e já da grandes sinais de progresso, os vereadores em companhia do Sr. José sócio da área onde mina a água mineral constataram que essa será uma fonte que trará diversas.

O Sr. José afirmou que o engarrafamento da água mineral gerará em torno de 60 empregos diretos no início e que o numero poderá dobrar conforme a comercialização da água mineral expandir tanto na região do Vale do Jamari e no Estado.

José disse ainda que a água mineral que terá o nome de “Água mineral Paraíso” será comercializada também em outros Estados como Mato Grosso e Acre.

O presidente da câmara vereadores Caíco, afirmou que a câmara estará ao lado da empresa no que for preciso, “Essa é a oportunidade que o município tem em levar seu nome a diversos pontos do Estado, e nós vereadores temos por dever ajudar a essa empresa no que for possível”, disse o vereador.

Ministro pede ao Senado urgência na aprovação do PL que criminaliza atos violentos nos estádios

O ministro do Esporte, Orlando Silva, reuniu-se no início da tarde desta quinta-feira (7) em seu gabinete com o presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, do Senado Federal, senador Flávio Arns (PT/PR). No encontro, Orlando Silva pediu ao parlamentar que na próxima semana seja realizada pelo Senado uma audiência pública na qual os membros da comissão possam discutir o mérito do projeto de lei 4869/09. O PL prevê a criminalização de atos de violência nos estádios de futebol e foi aprovado na noite de ontem pela Câmara dos Deputados.

Segundo o ministro, a idéia é que todos os senadores possam se inteirar do assunto, esclarecer suas dúvidas e por fim, viabilizar o trâmite do PL na casa, facilitando a sua aprovação. “Meu pedido é que plenário possa examinar a matéria com urgência”, defendeu Silva. Em seguida, ele fez um relato das medidas que serão adotadas para conforto e segurança nos estádios e lembrou os pontos críticos da criminalidade nos estádios do país. “Desde 2003 foram registradas cerca de 38 mortes relacionadas ao futebol, dentro e fora dos estádios”, citou.

Sensibilizado com o apelo do ministro, o senador Flávio Arns julgou o pedido procedente. Ele explicou que, por se tratar de uma matéria que mexe com penalização, ou seja, com tipos de crimes esportivos, o projeto de lei deverá passar, primeiramente, pela avaliação da Comissão de Constituição e Justiça e depois, pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte. “Para que possamos ganhar tempo, sugiro que essa audiência pública seja conjunta, com a participação de todos os senadores das duas comissões, orientou o parlamentar.

O encontro contou ainda com a presença do deputado federal, Eduardo Barbosa (PSDB/MG) e do assessor parlamentar do Ministério do Esporte, João Luiz dos Santos. O deputado Eduardo Barbosa é o atual presidente da Associação Nacional das Apaes - o senador Flávio Arns também presidiu o cargo. Barbosa fez um depoimento emocionante sobre um familiar que foi vítima de briga entre duas torcidas organizadas de times mineiros.

Seu sobrinho que pertence a torcida Mancha Azul foi vítima de espancamento da torcida adversária, da qual a namorada fazia parte, a Galoucura. “Eles queriam que a garota terminasse o namoro com meu sobrinho. Como o casal não acatou, bateram nele bastante. O rapaz ficou internado por quase 50 dias numa unidade intensiva (UTI) e teve graves seqüelas, como perda da voz e dos movimentos das pernas”, relatou, ao manifestar-se totalmente favorável pela aprovação do projeto, que tira do anonimato quem promove a violência.

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